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Rejane Bastos

Belém (PA)
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Comentários

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Nelson Gonçalves Bertolazi, Estudante de Direito
Nelson Gonçalves Bertolazi
Comentário · há 9 anos
Senhor Alves V: o país está quebrado pela safadeza de nossos administradores, políticos em quase toda a maioria. Para dirimir suas dúvidas, usarei de meu exemplo, pois sou militar inativo.
Desde 1966 (cinquenta e um anos) contribuo com a Previdência para os militares ou seja, para que meus dependentes tenham direito à Pensão Militar. Esse desconto é feito direto em meu contracheque e só terminara no dia em que eu morrer. Terminará? Não. A viúva continuará pagando até a morte dela. Terminará? NÃO. Tenho duas filhas em condições de receber a Pensão, pois desde 2001 (dezesseis anos...) contribuo com mais 1,5% do Vencimento Bruto para que elas continuem com o direito à Pensão. O que o Senhor não sabe e muitos brasileiros também é que no ano de 2001, com a Medida Provisória nº 2215/10, todos os militares das Forças Armadas (Aeronáutica - Marinha e Exército) tiveram uma brutal Reforma Previdenciária. Quase nada foi divulgado e nem tivemos socorro de políticos e muito menos da imprensa. O assunto era militar e "Ordem dada é executada". Ponto final. Caro Senhor Alves, talvez não saiba, mas o valor que descontamos para a nossa Previdência é bem maior que de todos os outros, funcionários públicos ou de qualquer outra área, que receba pelos cofres públicos. Veja o exemplo: PAGAMOS 7,5% + 1,5% = 9% do vencimento bruto (vencimento de R$ 10.000,00= 900,00) = NOVECENTOS REAIS. Os demais contribuem com 11% menos o teto do INSS (vencimento de R$ 10.000,00 - R$ 5.531,31 = R$ 4.468,69. O pagamento para a previdência será de 11% sobre R$ 4.468,69 = 491,55 (quatrocentos e noventa e um reais e cinquenta e cinco centavos).Tem mais: se o senhor estiver interessado em entrar para as Forças Armadas, saiba que não tem horas extras, não tem direito à greve, não tem direito a Licença Especial, não tem direito a insalubridade, não tem direito à .............e assim por diante. Mais uma coisa: o senhor será militar nas 24 (vinte e quatro) horas do dia, sua família será 2ª opção, pois a primeira é a farda que veste o seu Plano de Saúde está uma verdadeira "porcaria" desde que o governo passou a recolher todas as nossas contribuições e TEM MAIS: nenhum militar das Forças Armadas vai para a Reserva (militar não se aposenta) com menos de 30 (trinta) anos de serviço. Portanto senhor Alves, creio ter respondido suas indagações.
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Diego Brandão, Advogado
Diego Brandão
Comentário · há 12 anos
Será mesmo que o cidadão brasileiro merece ser protegido por um pretenso advogado que fez tudo isso que segue abaixo, ou a OAB/DF está sendo exigente demais? Tirem suas conclusões:

Denúncias veiculadas na imprensa
Agressões

Joaquim Barbosa teria agredido sua ex-mulher, que em 1985 chegou a registrar boletim de ocorrência na delegacia mais próxima.30 Tal episódio veio à tona em 2008 numa briga entre Joaquim Barbosa e o então ministro do STF Eros Grau.31 No calor da discussão, Barbosa chamou o colega de “velho caquético” e só não partiu para a agressão porque foi contido. Eros Grau então retrucou, lembrando do antigo episódio: “Para quem batia na mulher, não seria nada estranho que batesse em um velho também”. O episódio da agressão já era conhecido pelos ministros do STF quando Joaquim Barbosa estava para ser nomeado pelo presidente Lula e se discutiam seus comportamentos pretéritos – procedimento comum a que são submetidos os pretendentes à mais alta Corte do país. A então ministra Ellen Gracie mostrou-se preocupada: “vai vir para ca um espancador de mulher?”. O episódio só foi contornado após a ex-mulher de Barbosa escrever uma carta em que disse que “a agressão foi mútua” num momento de ânimos acirrados na disputa pela guarda do filho.9

No dia 5 de março de 2013, Joaquim Barbosa agrediu verbalmente o repórter Felipe Recondo, d'O Estado de São Paulo. Na ocasião, o repórter iniciou uma pergunta ao presidente do STF: "Presidente, como o senhor está vendo...". Barbosa então o interrompeu respondendo rispidamente: "Não estou vendo nada. Me deixa em paz, rapaz. Vá chafurdar no lixo como você faz sempre". Barbosa continuou os ataques verbais até entrar no elevador, quando chamou o repórter de "palhaço". Mais tarde, o presidente do STF emitiu nota pedindo desculpas ao repórter e que agira daquele jeito por causa do cansaço e fortes dores.32 A agressão de Barbosa aconteceu após o Estadão requerer, com base na Lei de acesso à informação, dados referentes às despesas com dinheiro público de ministros do STF tais como: passagens aéreas, gastos com saúde e reformas em apartamentos funcionais.33 Na época, noticiava-se a autorização que Barbosa dera para a reforma dos banheiros do apartamento funcional que ele ocuparia e que custaram R$ 90 mil para o STF.34 Em outubro de 2013, Joaquim Barbosa enviou um ofício ao vice-presidente do STF, Ricardo Lewandowski, para que este afastasse do seu gabinete a servidora concursada Adriana Leineker Costa, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e cedida ao STF desde o ano 2000. O ofício não cita, mas Adriana é mulher do repórter Felipe Recondo. Joaquim Barbosa argumentou que a manutenção da funcionária seria "antiética" pela relação dela com o jornalista e que isto "poderia 'gerar desequilíbrio' na relação entre jornalistas que cobrem a Corte". Lewandowski respondeu que não havia motivo justificável para o afastamento da servidora, mantendo-a em seu gabinete.33
Assas JB Corp

Contrariando ao inciso VII do artigo 8º do Decreto n.º 980 de 1993, Joaquim Barbosa utilizou o endereço de imóvel funcional como sede de empresa que criou no estado da Flórida, nos Estados Unidos da América. Esta empresa denomina-se Assas JB Corp e tem o ministro como proprietário e diretor, o que fere a Lei Orgânica da Magistratura.35 O nome da empresa, "Assas", seria uma referência à Universidade de Paris onde Joaquim Barbosa fez pós-graduação; e "JB" são as iniciais do nome do ministro.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Barbosa
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